|
Workshop LEAN MANAGEMENT Ferramenta para a competitividade das empresas
| 18 de Março | CITEVE - Vila Nova de Famalicão | |
Combater os efeitos da crise nas empresas passa, e muito, pela habilidade do gestor em tornar a sua empresa competitiva, em converter a gordura da sua organização em músculo. As organizações podem também ser obesas e com este peso excessivo perderem a sua capacidade de gerar valor e, com isso, a competitividade.
A analogia pode parecer caricata mas faz parte de um dos princípios do Lean Thinking (pensamento magro), um modelo de gestão que soma já mais de 50 anos, mas que só agora começa a ganhar notoriedade entre as empresas portuguesas. Em ano de contenções várias, pensar “lean” pode ser o caminho para vencer a crise.
|
Tendo em conta o actual contexto, o CITEVE e a Comunidade Lean Thinking (CLT), estabeleceram uma parceria no âmbito do Lean Management, de forma a prestar um serviço de consultoria orientado às empresas do Sector Têxtil e do Vestuário.
O Lean Thinking sustenta-se na redução dos desperdícios |
organizacionais como meio de optimização de resultados. Nas organizações nada se perde, tudo se transforma. O problema é que a maior parte dos “inputs” se transforma em desperdício, comprometendo seriamente a competitividade dos negócios e levando os clientes a pagar mais do que o esperado. Identificar as diversas formas de desaproveitamento e em seguida delinear estratégias que visam a sua remoção são duas das mais nobres actividades da filosofia “lean”.
O Lean thinking é uma abordagem inovadora às práticas de gestão, orientando a sua acção para a eliminação gradual do desperdício através de procedimentos simples. Procurando a perfeição dos processos, sustenta-se numa atitude de permanente insatisfação e de melhoria contínua, fazendo do tempo uma arma competitiva.
O pensamento “lean” consiste assim num conjunto de princípios que visam simplificar o modo como uma organização produz e entrega valor aos seus clientes enquanto todos os desperdícios são eliminados.

Os sete princípios lean thinking revistos (CLT, 2008)
A necessidade de satisfazer o cliente não se esgota com a satisfação do próximo cliente na cadeia de valor, sendo a ênfase cada vez mais colocada na satisfação do cliente final. O ponto de partida é reconhecer que apenas uma pequena fracção do tempo e esforço de uma organização é convertida em valor. Após definido o valor de um produto ou serviço na perspectiva do cliente, todas as actividades que não o acrescentam devem ser eliminadas.
Assim, uma organização para criar valor para os seus “stakeholders” deve centrar-se nas actividades que vão ao encontro da satisfação destes, procurando eliminar todas as formas de desperdício.
Refira-se que, nas organizações, apenas uma pequena percentagem das actividades corresponde a valor criado [ver quadro abaixo]. A maioria pode ser considerada desperdício e como tal devem ser minimizadas e eliminadas.

O foco da atenção deve estar nessa grande percentagem que, mais do que de desperdícios, deve ser encarada como de oportunidades. Saiba então como agarrar essas oportunidades, conhecendo as metodologias e ferramentas do Lean Management, no workshop que o CITEVE e a Comunidade Lean Thinking vão realizar, nas instalações do CITEVE em Vila Nova de Famalicão, no próximo dia 18 de Março.
Para mais informações contacte Assunção Mesquita (CITEVE), através do e-mail amesquita@citeve.pt.