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Dois dos sete Techtextil Innovation Awards 2019 teve participação do CITEVE

O CITEVE participou ativamente nos consórcios de desenvolvimento de dois dos sete produtos que saíram vencedores nos Techtextil Innovations Awards 2019. Mais: no total, foram três os prémios ganhos por empresas portugueses - liderados por Penedo/Sedacor, Tintex e UBI -, num sinal inequívoco do reconhecimento de que a nossa ITV já está na vanguarda da inovação têxtil a nível mundial. Dos outros quatro prémios, três foram ganhos por instituições alemãs e o outro por um consórcio belga-germano-dinamarquês.


"É com um enorme orgulho que 16 anos depois de ter estado na Techtextil a olhar para o que então se fazia de mais avançado na nossa indústria com os olhos arregalados, como um miúdo com o nariz esborrachado no vidro da montra da loja de chocolates, que vejo que a nossa ITV chegou ao top da inovação a nível mundial - e isso ser internacionalmente reconhecido", afirma Braz Costa, diretor geral do CITEVE.


O caminho foi longo. O Fórum Têxteis do Futuro, alojado no Modtissimo, foi a primeira iniciativa no sentido de ajudar a ITV a subir na cadeia de valor e apostar na inovação. Nas primeiras edições não havia produtos portugueses e o fórum limitava-se a mostrar os que tinham sido premiados na Techtextil -  o que de melhor se fazia lá fora.


Dez anos e 20 edições volvidas, o Fórum Têxteis do Futuro evoluiu para o iTechStyle Showcase, e os prémios da Techtextil começaram a ser ganhos por empresas portuguesas e instituições do sistema científico e de investigação do nosso país. A evangelização deu excelentes resultados. A ITV portuguesa obteve hoje em Frankfurt, na Meca da inovação têxtil a nível mundial, a prova dos nove de que está no bom caminho.


O Cork.a.Tex-Yarn, desenvolvido desenvolvido pela Têxteis Penedo e Sedacor em colaboração com CITEVE e FEUP, foi aliás o único dos sete produtos premiados destacados pelo presidente do júri, o belga Jan Laperre, no discurso que antecedeu a entrega dos prémios, presidida por Thomas Barreiss, secretário de Estado da Economia do governo federal da Alemanha e que contou ainda com a participação de Detlef Braun, CEO da Messe de Frankfurt.


"A nossa tarefa de escolher os premiados fica facilitada quando aparecem produtos como o fio revestido a cortiça. Não só se trata de um produto natural, que acrescenta propriedades de isolamento e térmicas ao fio. É ainda é um magnífico exemplo de economia circular, pois aproveita desperdícios da indústria de cortiça e também um belo caso de investigação", afirmou o presidente do júri.


A Tintex, provavelmente a empresa portuguesa mais premiada internacionalmente, liderou o consórcio (composto também por CITEVE, CeNTI, Ervital e Bioinvitro) que desenvolveu o processo ecológico Picasso, de tingimento sustentável, com enormes poupanças de água e usando produtos naturais (como cogumelos, em vez de químicos), que foi premiado na Techtextil.


Finalmente, o E.caption 2.0, desenvolvido pela UBI com a colaboração do Instituto de Telecomunicações de Aveiro, recebeu o Techtextil Innovation Award na categoria Nova Aplicação. Trata-se de um casaco smart and safe, destinado a ser usado pelos técnicos que fazem a manutenção das antenas de rádio base.


"Quando é preciso fazer reparações nestas antenas, o corrente é deitar abaixo o sinal para proteger os técnicos, mas isso deixará de ser necessário com o uso do E-caption 2.0, uma vez que este casaco tem uma camada de condutores que bloqueiam as radiações", explica Caroline Loss, uma bolseira de doutoramento na UBI que esteve envolvida neste projeto. Além de proteger, o casaco também é inteligente. Tem um circuito incorporado que capta a energia e emite um alerta se as radiações atingirem um patamar perigoso para o técnico que usa o E.caption 2.0.


(fonte: Jornal T)

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